Agora, às 12:17hs, inicia a mesa redonda sobre a avaliação da educação ambiental. Suzana Pádua, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), fala sobre alguns tópicos importantes de avaliação qualitativa e quantitativa e afirma que é importante para a Educação Ambiental. A pesquisa também é de suma importância, segundo Suzana, é fundamental aplicar entrevistas, questionários e vivências. “Nos programas desenvolvidos com a comunidade, é importante trabalhar os dois lados do cérebro do ser humano, primeiro, a diversidade e respeito, por exemplo, depois o potencial, sonho, visão e estratégias”, completa.

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São exatamente 09:47hs e, nesse momento, um público diversificado ocupa os lugares do auditório da Módulo. Acaba de iniciar a mesa redonda, com o tema Escola & Sustentabilidade. Luciana Kalil, do Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado fala sobre a importância da educação ambiental para um futuro sustentável. O tema ministrado por ela é “Habitats na Escola Sustentável”.
Ao representar a Secretaria Estadual de Educação (SEE/SP), Marlene Gardel fala sobre o PRONEA - Programa Nacional de Educação Ambiental. “Os professores querem conhecer novas práticas pedagógicas que tragam aproximação dos alunos e que desenvolvam uma educação mais envolvente”, diz. Outro ponto destacado por ela é a forma que a educação ambiental deve ser trabalhada com os alunos. “Trabalhar a Educação Ambiental é trabalhar com valores que envolvem questões teóricas com a realidade do aluno para ter uma mudança de atitude”.

O Instituto Supereco participará de três importantes eventos que serão realizados de 27 a 29 de maio no Litoral Norte de São Paulo: o I Fórum Regional de Educação Ambiental; o II Encontro de Educação Ambiental e Recursos Hídricos; e o Seminário Educação para a Sustentabilidade do Litoral Norte.

Os participantes contarão com uma extensa programação que pode ser conferida no blog http://forumealnp.ning.com, além das atividades promovidas pelo Instituto Supereco. Amanhã (27/05), a Ong estará com uma tenda na parte externa do teatro Mário Covas, das 10hs às 18hs, onde serão feitas intervenções de educação ambiental com as dinâmicas do “Mosaico da Sustentabilidade”, “Ecofutebol” e “Acquamóvel”. “O objetivo é sensibilizar crianças e adultos para a importância de pensarmos no cuidado que precisamos ter com o planeta, alertando para a questão do desperdício e consumo insustentável e desenfreado”, afirma Márcia Nunes, coordenadora da base Litoral Norte, do Instituto Supereco.

Das 16h20 às 16h40, na sala multimídia do Teatro Mario Covas, será exibido o documentário – Água de Beber, sobre o trabalho que o Instituto desenvolve em prol do Rio Juqueriquerê.

Na sexta-feira (28/05), a coordenadora da base Litoral Norte da Supereco, vai participar do Fórum da Juventude, no Centro Universitário Módulo, das 12h00 às 13h00, ressaltando a experiência do Instituto com a Educomunicação. Nesse momento, serão apresentados projetos envolvendo jovens dos quatro municípios do Litoral Norte. Participação: Instituto Supereco, Associação Elementos da Natureza, Secretaria Meio Ambiente de São Sebastião, Família RDR.

Ainda na sexta-feira (28/05), no Centro Universitário Módulo – das 11hs às 12h30, a coordenadora geral do Instituto Supereco, Andrée Vieira, será uma das integrantes da mesa redonda 2 – Avaliação da Educação Ambiental. “Avaliar processos e resultados da educação ambiental, criando indicadores alinhados de pesquisa, educação, conservação e sustentabilidade, é estratégico para a sua valorização e relevância no mercado atual”, afirma Andrée.

SOBRE OS EVENTOS

Os eventos foram planejados de forma integrada e participativa, no âmbito do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental (GTEA), vinculado ao CBH-LN, com a participação de representantes de órgãos públicos – municipais e estaduais-, organizações não governamentais, escolas e empresas da região.

O Seminário de Educação para a Sustentabilidade do Litoral Norte será realizado pelo Centro de Experimentação em Desenvolvimento Sustentável (CEDS), por meio do Comitê de Promoção do Diálogo para a Sustentabilidade do Litoral Norte (COMDIAL), uma parceria entre o colegiado ReaLNorte e a Petrobras, facilitado pela Universidade Católica de Santos.
O Seminário busca oferecer subsídios científicos, técnicos e filosóficos para a elaboração dos Planos Municipais e Regional de EA, e de ações sustentáveis para o Litoral Norte, a partir de MESAS REDONDAS com especialistas no tema.

O II Encontro de Educação Ambiental e Recursos Hídricos tem o objetivo proporcionar um espaço de divulgação e discussão do estado da arte dos projetos de Educação Ambiental (EA) financiados pelo FEHIDRO, bem como realizar um diagnóstico dos projetos de EA focados nos recursos hídricos. Pretende-se gerar como produto principal neste evento, um documento para subsidiar o CBH-LN na aplicação de recursos do FEHIDRO, e também no estabelecimento de indicadores de monitoramento dos projetos. Também neste evento o Instituto Supereco se fará presente como um dos tomadores de recursos do Fehidro para o desenvolvimento do Projeto “Diagnóstico Socioambiental e Sanitário dos bairros do Porto Novo, Morro do Algodão e Barranco Alto.

O I Fórum Regional de EA visa propiciar um processo de reflexão conjunta, por meio de palestras, oficinas, da divulgação dos trabalhos que já vem sendo desenvolvidos, troca de experiências e boas práticas, culminando em um grande panorama da EA no ensino formal e não formal, com foco especial nas escolas públicas e privadas, e também nas diversas instituições envolvidas.
Um dos objetivos principais do Fórum será a apresentação do documento base para o Plano Regional de Educação Ambiental, compreendendo um conjunto de diretrizes e prioridades para as políticas de EA dos municípios do Litoral Norte. Este documento vem sendo estruturado ao longo do processo de organização deste conjunto de eventos, a partir de um Grupo de Trabalho coordenado por integrantes de instituições governamentais e não-governamentais

No último domingo (23/05), a Fundação SOS Mata Atlântica, a Fundação Toyota do Brasil e o Instituto Supereco lançaram a publicação “Plantando Cidadania: guia do educador ambiental”, durante o Viva a Mata 2010 - mostra de Iniciativas e Projetos em prol da Mata Atlântica, promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica, entre os dias 21 e 23 de maio, na Arena de Eventos do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

O guia é um material de apoio aos educadores ambientais, com textos e atividades práticas, e foi concebido pelo desenvolvimento do Programa Plantando Cidadania - voltado a capacitar voluntários para atender escolas que têm a intenção de envolver professores, alunos e a comunidade do entorno em uma maior percepção sobre o ambiente da Mata Atlântica em que estão inseridas, especialmente na cidade de São Paulo.

Responsável pela concepção pedagógica do guia, a coordenadora do Instituto Supereco, Andrée Vieira, afirmou durante o lançamento, que a proposta do material é trazer o meio ambiente próximo da vida das pessoas. “As atividades práticas sugeridas pelo Plantando Cidadania podem ser desenvolvidas em qualquer espaço comunitário, não apenas em sala de aula, pois possui uma linguagem adaptada para qualquer ambiente. Esse é um desafio desse material composto dos temas Água, Biodiversidade, Lixo e Meio Ambiente”, diz.

Ao representar o Instituto Supereco no lançamento, Andrée dedicou o guia aos Educadores Ambientais do Brasil e aos voluntários da Fundação SOS Mata Atlântica. “Quando a gente fala de modelo colaborativo, falamos acima de tudo de seres humanos construtivos, construtores de uma sociedade. Se temos uma fragmentação da mata atlântica, por exemplo, é essencial ter cooperação entre os seres humanos”, finaliza.

“Investigando a Biodiversidade: guia de apoio aos educadores do Brasil” é uma publicação conjunta do WWF-Brasil, Conservação Internacional e Supereco. O lançamento do livro aconteceu na última terça-feira (18/05) e fez parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e do Dia Internacional da Biodiversidade (22/5).

O objetivo da iniciativa é apoiar o trabalho de educadores que tem o desafio de desenvolver ações e atividades pedagógicas envolvendo professores, crianças e jovens sobre o significado e a importância da nossa biodiversidade e como devemos conservá-la. A obra é uma adaptação brasileira para o material “Exploring Biodiversity”, uma copublicação da Conservação Internacional e do WWF.

As instituições estão discutindo com o Ministério do Meio Ambiente a possibilidade de reimpressão da obra para permitir ampla distribuição do livro aos educadores brasileiro.

“Este guia é resultado de um dedicado esforço do corpo técnico das três ONGs que revisaram e complementaram as informações originais, adequando-as à realidade brasileira e preparando-as para que seja um instrumento pedagógico de trabalho útil no dia a dia do educador. A formação de crianças e jovens sobre o valor da nossa natureza, da sua biodiversidade e como dependemos dela é fundamental para engajarmos esse público na conservação da natureza, uma responsabilidade de todos nós”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.

Para Paulo Gustavo Prado, diretor de Política Ambiental da CI-Brasil, somente por meio do reconhecimento da importância social da biodiversidade é que as futuras gerações poderão manter e adequar o Brasil rumo ao desenvolvimento sustentável. “É por meio do conhecimento que podemos preservar a fauna e a flora e, consequentemente, seus serviços ambientais, conquistando a sustentabilidade no uso dos recursos naturais”, diz Prado. “É imperativo que deixemos essa preciosa herança para nossos filhos”, complementa.

A obra

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Download: http://www.slideshare.net/Supereco/investigando-a-biodiversidade-pdf-completo2

O livro, que reúne textos e atividades práticas em 133 páginas, é voltado ao educador com o objetivo de fortalecer a importância pedagógica do tema, trazendo conceitos, metodologias e atividades que contribuam para o aprimoramento do seu trabalho como multiplicadores de educação ambiental junto ao público infanto-juvenil.

Voltada à realidade brasileira, a publicação traduz conteúdos científicos, geralmente técnicos e complexos, de forma lúdica e atraente para sensibilizar educadores e educandos a investigar, analisar e reconhecer a importância da biodiversidade brasileira, de seus serviços ambientais, as ameaças de extinção e os desafios para a sua conservação, bem como as possíveis soluções, com casos de sucesso apresentados.

Segundo a coordenadora geral do Instituto Supereco, Andrée de Ridder Vieira, essa publicação é importante e fundamental para o Brasil, não só por sermos o país da megadiversidade, mas porque crianças, jovens e adultos ainda desconhecem sua biodiversidade e como ela está presente no seu dia a dia. “Nosso objetivo é contribuir com materiais qualificados de educação ambiental e adequados ao ensino formal brasileiro. Há muito por conhecer e fazer e a escola é um espaço essencial de formação e de mobilização”, ressalta Andrée.

A faixa etária recomendada para a aplicação prática do material é de crianças e jovens de 11 a 14 anos, mas diversas atividades podem ser adaptadas para grupos de crianças mais novas e adultos.

O guia está disponível para download no site do Instituto Supereco, da Conservação Internacional (www.conservacao.org) e do WWF (www.wwf.org.br).

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O Dia da Terra é comemorado por milhares de organizações, em centenas de países, com o objetivo de conscientizar as comunidades sobre a importância da preservação do Planeta Terra. A data foi criada nos Estados Unidos em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo Senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países nos anos 90.

Esperamos que, no mundo todo, se organizem atividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops, shows e outros eventos culturais que realmente estejam voltados para essa questão tão séria que estamos vivenciando: o que podemos fazer em relação as questões ambientais que o Planeta enfrenta?

Fonte: http://blogecobusiness.blogspot.com - Denise Rangel

A população mundial está poluindo os rios e oceanos com o despejo de milhões de toneladas de resíduos sólidos por dia, envenenando a vida marinha e espalhando doenças que matam milhões de crianças todo ano, disse a ONU no dia mundial da água (22 de março)

“A quantidade de água suja significa que mais pessoas morrem hoje por causa da água poluída e contaminada do que por todas as formas de violência, inclusive as guerras”, disse o Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês).

Em um relatório intitulado “Água Doente”, lançado para o Dia Mundial da Água, o Unep afirmou que dois milhões de toneladas de resíduos, que contaminam cerca de dois bilhões de toneladas de água diariamente, causaram gigantescas “zonas mortas”, sufocando recifes de corais e peixes.

O resíduo é composto principalmente de esgoto, poluição industrial e pesticidas agrícolas e resíduos animais.

Segundo o relatório, a falta de água limpa mata 1,8 milhão de crianças com menos de 5 anos de idade anualmente. Grande parte do despejo de resíduos acontece nos países em desenvolvimento, que lançam 90% da água de esgoto sem tratamento.

A diarreia, principalmente causada pela água suja, mata cerca de 2,2 milhões de pessoas ao ano, segundo o relatório, e “mais de metade dos leitos de hospital no mundo é ocupada por pessoas com doenças ligadas à água contaminada.”

O relatório recomenda sistemas de reciclagem de água e projetos multimilionários para o tratamento de esgoto.

Também sugere a proteção de áreas de terras úmidas, que agem como processadores naturais do esgoto, e o uso de dejetos animais como fertilizantes.

“Se o mundo pretende… sobreviver em um planeta de seis bilhões de pessoas, caminhando para mais de nove bilhões até 2050, precisamos nos tornar mais inteligentes sobre a administração de água de esgoto”, disse o diretor da Unep, Achim Steiner. “O esgoto está literalmente matando pessoas.”

Fonte: Folha Online

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Uma palestra com o tema “Ecoeficiência da Água” foi ministrada pelo Instituto Supereco a convite do Consórcio Caraguatatuba na última quinta-feira (25), como parte das comemorações do Dia Mundial da Água – dia 22 de março. A coordenadora da base litoral norte do Instituto, Márcia Nunes levou um pouco de sua experiência para cerca de 30 funcionários de diversos setores da UTGCA sobre as atitudes que favorecem a conservação dos recursos naturais, citando como exemplo a realidade do Rio Juqueriquerê.

Os participantes da palestra receberam orientações sobre as contribuições que podem mudar o dia a dia para conseguir ecoeficiência na utilização dos recursos naturais. O termo significa o uso mais eficiente de materiais e energia, a fim de reduzir os custos econômicos e os impactos ambientais. “O conceito pode ser aplicado do trabalho à nossa casa. As empresas melhorando e adequando seus processos produtivos, o governo implantando em todas as suas instâncias o incentivo a essas práticas e, cada um de nós mudando os hábitos diários, podemos contribuir e muito para a redução da utilização de nossos recursos naturais e em especial – a água – fonte de toda a vida”, afirmou Márcia.

Confira algumas dicas dadas durante a palestra:

• Reutilize a água sempre que possível. Exemplo: utilize a água da máquina para lavar o quintal, não lave calçadas e repense o uso das mangueiras.

• Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Elas gastam 60% menos energia e duram mais tempo.

• Para evitar o consumo exagerado de gás, não acenda o fogão antes de colocar a panela no fogo. Deixar o feijão de molho antes de preparado, por exemplo, facilita o cozimento e economiza gás.

• Use os dois lados do papel na hora de tirar fotocópias de documentos de grande volume ou usar o verso de papéis impressos para fazer os seus rascunhos ou bloquinhos de recados. Lembre-se, só imprima se realmente for necessário

• Doe o que ainda serve para outras pessoas e instituições de caridade. Exemplos: roupas a serem reformadas; cobertores, móveis restaurados, vidros e plásticos transformados em utilidades. Faz bem para quem recebe, para você e para o nosso ambiente!

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