Fevereiro de 2010


Entre os dias 22, 23 e 24 de fevereiro, o projeto Diagnóstico Socioambiental e Sanitário - financiado pelo Fehidro - Fundo Estadual de Recursos Hídricos, apresentará a devolutiva da pesquisa sobre o Rio Juqueriquerê feita nos bairros do Porto Novo, Morro do Algodão e Barranco Alto, em Caraguatatuba.

A programação do dia 22 será desenvolvida no Espaço Cidadão (Barranco Alto), às 15hs. No dia 23, o encontro ocorrerá na Associação dos Moradores do Morro do Algodão – AMMA (Morro do Algodão), às 19hs. Já no dia 24, a devolutiva acontecerá no Porto Novo, na Colônia de Férias dos Metalúrgicos de Osasco, às 18hs.

Estão programadas dinâmicas sobre o projeto, apresentação das demandas de cada bairro para comunidades, parceiros, instituições públicas e CBH – Comitê de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte. O público terá um momento específico para dar sugestões e informações que complementem a pesquisa.
Os interessados em comparecer que tiverem dúvidas sobre a devolutiva devem entrar em contato com o Instituto Supereco pelo telefone (12) 3883-2978.

Sobre o projeto

O projeto Diagnóstico Socioambiental e Sanitário é desenvolvido pelo Instituto Supereco nos bairros do Porto Novo, Morro do Algodão e Barranco Alto, em Caraguatatuba, por meio do Fehidro - Fundo Estadual de Recursos Hídricos.

Nos últimos meses foram aplicados 900 questionários nos três bairros com o objetivo de conhecer as condições sanitárias das residências e edificações localizadas nas margens do rio Juqueriquerê. A ideia é construir um plano de ação para minimizar os impactos negativos do lançamento de esgoto “in natura” no Juqueriquerê.

Durante a pesquisa, muitas pessoas demonstraram indignação com a situação do rio Juqueriquerê. É o caso da moradora do Porto Novo, Sônia de Fátima Rodrigues de Oliveira. “O Juqueriquerê é muito poluído, não dá para você pescar, não dá para levar as crianças para nadar nem na parte mais rasa por causa da poluição”, afirma. Para o entrevistado Wagner Barroso, a situação não é diferente. “Antigamente tinha até robalo no rio, agora está confuso, a gente vê até bezerro morto boiando”, afirma.

A pesquisa foi realizada com moradores, turistas e comerciantes dos três bairros. Segundo a educadora socioambiental do projeto, Graciela Oliveira, a receptividade foi boa. “Contamos com o apoio da população. Percebemos questionamentos comuns principalmente em relação ao esgoto, águas da chuva e conscientização da população”, completa.
O projeto Diagnóstico Socioambiental e Sanitário nos bairros do Porto Novo, Morro do Algodão e Barranco Alto conta com o apoio da CETESB.
Apoio para a realização das reuniões: AMMA; Espaço Cidadão; Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco.

Foram entrevistados moradores, turistas e comerciantes dos três bairros

PC220063 1 - PC220063 1

Na última quarta-feira, os agentes de pesquisa do Instituto Supereco encerraram a aplicação de 900 questionários nos bairros do Porto Novo, Morro do Algodão e Barranco Alto, em Caraguatatuba, para o projeto Diagnóstico Socioambiental e Sanitário - financiado pelo Fehidro - Fundo Estadual de Recursos Hídricos, com o objetivo de conhecer as condições sanitárias das residências e edificações localizadas nas margens do rio Juqueriquerê. A ideia deste estudo é construir um plano de ação para minimizar os impactos negativos do lançamento de esgoto “in natura”.

A partir da iniciativa, muitas informações importantes foram adquiridas em relação a fatores sociais, ambientais e sanitárias que certamente serão úteis para a proposição de ações, parcerias e projetos em prol do rio.

A pesquisa foi realizada com moradores, turistas e comerciantes dos três bairros. Segundo a educadora socioambiental do projeto, Graciela Oliveira, a receptividade foi boa. “Contamos com o apoio da população. Percebemos questionamentos comuns principalmente em relação ao esgoto, águas da chuva e conscientização da população”, afirma.

“Durante o trabalho tivemos a oportunidade de abordar muitos turistas, alguns tristes com a degradação do Rio Juqueriquerê e outros que não se importavam ou até desconheciam a sua existência. Já os moradores, principalmente os mais antigos, demonstraram um sentimento comum de tristeza por conta da poluição e situação atual deste recurso hídrico tão importante para o município”, diz Graciela

Com essa etapa concluída a equipe do Instituto Supereco já iniciou as tabulações dos questionários e em breve poderá dar a devolutiva da pesquisa. “Estamos articulando com representantes e espaços públicos dos bairros para realizar a apresentação dos resultados à população”, finaliza.

Confira algumas entrevistas:

http://www.radiotube.org.br/icox.php?mdl=nucleo_duro&op=comentar&id=2408&usuario=1644&from=audio

http://www.radiotube.org.br/icox.php?mdl=nucleo_duro&op=comentar&id=2412&usuario=1644&from=audio

http://www.radiotube.org.br/icox.php?mdl=nucleo_duro&op=comentar&id=2409&usuario=1644&from=audio

http://www.radiotube.org.br/icox.php?mdl=nucleo_duro&op=comentar&id=2404&usuario=1644&from=audio

http://www.radiotube.org.br/icox.php?mdl=nucleo_duro&op=comentar&id=2406&usuario=1644&from=audio