II Jornada Internacional de Educação Ambiental reúne grandes nomes mundiais em atividade aberta no FME

No próximo sábado dia 28/01, das 9h às 12h, no novo auditório da Engenharia, da UFRGS – bairro Farropilha – Porto Alegre, RS, ocorrerá a atividade de abertura e autogestionada “A educação e sua efetiva contribuição na construção de sociedades sustentáveis”.

O objetivo desta atividade é promover diálogos ressaltando as convergências dos valores e princípios de três pactos internacionais de grande relevância para sociedade, sendo eles: o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis com Responsabilidade Global, a Carta de Responsabilidades Humanas e a Carta da Terra.

Os participantes poderão refletir sobre o papel da educação na construção de sociedades sustentáveis com responsabilidade global tendo como inspiração a presença de grandes nomes da área da educação e meio ambiente, tais como: Marina Silva (IMAS), Leonardo Boff (representando a Carta da Terra), Jussara Cony (Secretária de Meio Ambiente do RS), Moacir Gadotti (Instituto Paulo Freire), Pierre Calame (representante da Carta de Responsabilidades Humanas), e Nilo Diniz (MMA). A coordenação do evento está a cargo de Moema Viezzer (coordenadora internacional da II Jornada) e sob a relatoria de Mônica Simons (PMG-SS/CEAG).

Para Marina Silva (IMAS), “a educação é o que promove igualdades de oportunidades e para isso é preciso uma educação de qualidade no Brasil. Um mundo em mutação vai exigir cada vez mais conhecimento, mais tecnologia e mais sensibilidade para alcançar aquilo que Edgar Morin chama de diálogos dos saberes: como juntar o saber técnico e científico com o saber tradicional das populações que têm conhecimento apropriado dos recursos naturais. A educação é fundamental como promotora de um novo modo de viver e uma visão de mundo com ideal de futuro”.

Segundo a coordenadora do evento e da II Jornada – Moema Viezzer, a atividade propõe um diálogo dos três documentos que pretendem orientar as práticas de educadoras e educadores e políticas públicas visando à construção de sociedades sustentáveis com responsabilidade global. “Se nós temos o desafio de estabelecer um novo paradigma frente a atual condição planetária precisamos colocar a educação para a sustentabilidade no centro dos sistemas educacionais, da gestão ambiental e da vida cotidiana. Porque sem educação para vida sustentável, nem as leis que protegem o ambiente, nem as novas tecnologias adaptadas para o convívio com o meio ambiente serão aplicadas”, ressalta Moema.

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Convite – II Jornada Internacional de Educação Ambiental – Atividade Autogestionada (28/01)

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Segunda Jornada de Educação Ambiental leva o Tratado de Educação Ambiental para a Marcha do Fórum Social Temático

A Segunda Jornada Internacional de Educação Ambiental levou para a Marcha do Fórum Social Temático a faixa convidando a população a se mobilizar para a construção de sociedades sustentáveis por meio do fortalecimento da educação ambiental. “Os 18 banners trazendo os princípios do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, produzidos por Michele Sato – da Rede Matogrossense de Educação Ambiental, ilustrados de forma criativa pelo artista Vladislav Garasimof, sensibilizaram o público sobre a importância da educação e de sua mudança de comportamento frente ao cenário atual” diz Andrée Vieira, membro da secretaria Executiva da II Jornada.

Saiba mais: Saiba mais: http://www.youtube.com/watch?v=xe_LNLntVCE
http://tratadodeeducacaoambiental.net/index.php?menu=home

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II Jornada Internacional de Educação Ambiental na marcha do Fórum Mundial de Educação! Rumo a Rio + 20 na construção de sociedades sustentáveis

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Educadores ambientais reúnem-se para discutir pacto global para sociedades sustentáveis em atividades abertas no FME junto a grandes nomes mundiais

Dentre as centenas de atividades oferecidas pelo Fórum Social Temático e Fórum Social de Educação, em Porto Alegre no período de 24 a 29 de janeiro, com o propósito de refletir sobre um novo modelo de civilização, a II Jornada Internacional de Educação Ambiental está propondo momentos presenciais para rever e aprimorar o Tratado Internacional de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, e preparar a Cúpula dos Povos/Rio+20.

Os educadores ambientais e demais interessados estão convidados a participar nos dias 25 e 26, a partir das 14h00, do grupo de trabalho Educação/Educacción Rio+20, no salão da reitoria da UFRGS. No primeiro dia Moema Viezzer (coordenadora internacional da Jornada) em conjunto com educadores internacionais apresentarão estratégias, reflexões e propostas para a Cúpula dos Povos/Rio+20.

Já no sábado dia 28/01, das 9h às 12h, no novo auditório da Engenharia, da UFRGS – bairro Farropilha – POA, ocorrerá a atividade aberta e autogestionada denominada “a educação e sua efetiva contribuição na construção de sociedades sustentáveis”.

A oficina terá grandes nomes da área da meio ambiente & educação, tais como: Marina Silva (IMAS), Leonardo Boff (carta da terra), Jussara Cony ( Secretária de Meio Ambiente do RS), Moacir Gadotti (Instituto Paulo Freire), Pierre Calame (carta de responsabilidades humanas), Marcos Sorrentino (Integrantes do Tratado de EA). A coordenação do evento está a cargo de Moema Viezzer (coordenadora internacional da jornada) e sob a relatoria de Mônica Simons (CEAG).

Ao longo da semana haverão dezenas de atividades e reuniões oferecidas por ONG´s, Redes, Liderança e representantes da sociedade civil para apresentar suas práticas, reflexões e sugestões com vistas a justiça social e ambiental.

Mais informações nos sites http://www.fstematico2012.org.br e www.tratadodeeducacaoambiental.net

II Jornada Internacional de Educação Ambiental

A II Jornada retoma o processo da I Jornada Internacional de Educação Ambiental realizado no âmbito da Rio 92/Fórum Global, na qual foi aprovado um pacto mundial para educação ambiental denominado Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.
A II Jornada rumo a Rio+20 visa construir uma rede planetária de educadores para Sociedades Sustentáveis.

Secretaria Executiva: constituída em agosto de 2011 com a responsabilidade de conduzir o processo
até 2012 em articulação com o Grupo Facilitador Internacional.
 Instituto Paulo Freire;
 Instituto ECOAR;
 Instituto ComSol;
 Instituto Supereco;
 REBEA – Rede Brasileira de Educação Ambiental;
 Instituto Ipanema;
 Centro de Educação Ambiental de Guarulhos;
 OCA-ESALQ.

Grupo Facilitador Internacional:
 Centro de Saberes e Cuidados Socioambientais da Bacia do Prata;
 Ministério do Meio Ambiente – DEA;
 Ministério da Educação – Cecadi;
 Prefeituras: Guarulhos/SP, Suzano/SP, Americana/SP, São Carlos/SP, Rio de Janeiro RJ;
 Governos estaduais: Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro;
 IEA-USP;
 Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris, Siglo XXIII (El Salvador);
 Associação de Centros de Educação de Adultos (Ásia e Pacífico do Sul);
 CES – Center for Environmental Studies – Filipinas;
 NEREA – Rede Internacional de Pesquisa em Educação Ambiental;
 REPEM – Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina;
 Conselho Internacional de Educação de Adultos

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Jornada Internacional do Tratado de Educação Ambiental estará no Fórum Mundial de Educação, em Porto Alegre

Entre 24 a 29 de Janeiro, educadores e educadoras ambientais que integram a 2ª. Jornada Internacional de Educação Ambiental estarão reunidos no Fórum Mundial de Educação para atualizar o Plano de Ação ligado aos princípios do Tratado e estabelecer uma rede internacional de educação para sociedades sustentáveis com responsabilidade global no processo da Rio+20.

“O desafio de estabelecer um novo paradigma frente a atual condição planetária nos leva a colocar a educação para a sustentabilidade no Centro – diz Moema Viezzer, coordenadora internacional da Jornada -. No centro dos sistemas educacionais, da gestão ambiental e da vida cotidiana. Porque sem educação para vida sustentável, nem as leis que protegem o ambiente, nem as novas tecnologias adaptadas para o convívio com o meio ambiente serão aplicadas”.

A segunda Jornada Internacional do Tratado de Educação Ambiental surgiu a partir da percepção que se teve da atualidade dos principios do Tratado de Educação Ambiental elaborado na Rio92. Desde 2008 tomou corpo com a criação de uma Secretaria Executiva composta por seis entidades não governamentais. E a partir de 2009, no Fórum Social Mundial em Belém do Pará consolidou-se com a criação de um Comitê Facilitador Internacional.
Desde então a Jornada foi sendo divulgada em diversos eventos nacionais e internacionais, bem como foram sendo desenvolvidas Jornadas Locais.

“As Jornadas Locais possibilitam uma maior e melhor divulgação do Tratado como orientador com valores e princípios que qualificam as relações que as pessoas estabelecem consigo mesmas, como os outros e com o meio ambiente. Por outro lado visam preparar os participantes para um melhor desempenho durante a Rio+20, acabando por consolidar redes de pessoas, entidades e instituições a favor da vida”, afirma Mônica Simons, integrante da Secretaria Executiva da Segunda Jornada Internacional de Educação Ambiental”

Além de participar dos diversos eventos do Fórum Mundial de Educação, a Jornada desenvolverá uma atividade autogestionada no contexto dos eventos do Fórum social temático no próximo dia 28.

Saiba mais sobre a Jornada Internacional do Tratado de Educação Ambiental: http:// tratadodeeducacaoambiental.net

Informações sobre o Fórum Mundial de Educação: http://www.forummundialeducacao.org

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Dia da árvore: valorizando a natureza ao nosso redor

A percepção de que as árvores e a natureza fazem parte da vida de todos os cidadãos, seja na mata seja nas cidades, merece ser reconhecida no Dia da Árvore, comemorado hoje 21 de setembro. Para valorizar a importância da flora, vale a pena conhecer o trabalho da ONG Árvores Vivas, cuja missão é sensibilizar as pessoas em relação à natureza que habita nosso entorno, as praças, os parques e os caminhos do dia-a-dia. A ONG promove o contato apreciativo com as árvores da cidade de São Paulo, através de informações históricas, culturais e científicas de maneira acessível para todas as idades e sempre criativa.
Saiba mais sobre ações como o Passeio Verde, de turismo sobre as árvores e natureza das cidades, no www.arvoresvivas.com.br ou http://arvoresvivas.wordpress.com

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Empresas ganham manual para incorporar valor da biodiversidade

Diferente da agenda climática, que já perpassa as decisões estratégicas de muitas empresas, a mobilização do setor empresarial para a agenda da biodiversidade ainda é um desafio em aberto no Brasil. Para contribuir com este caminho, o Movimento Empresarial pela Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade (MEB) apresentou hoje o “Manual de Gestão da Biodiversidade pelas Empresas”, que serve de referência para melhores práticas com vistas à proteção do patrimônio natural. A publicação faz parte da iniciativa Biodiversidade em Boa Companhia, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente da Alemanha em 2008.

A cooperação do setor empresarial é chave na Convenção de Diversidade Biológica, e mais fortemente, na Década Internacional da Biodiversidade (2011 a 2020) o Brasil deve enfrentar a tarefa de ‘internalizar’ as metas mundiais de conservação para sua realidade local. Casos de empresas brasileiras que já investem em políticas de biodiversidade são, assim, importantes referências na nova publicação.

“Agrega exemplos à discussão, com a compreensão da diversidade de processos possíveis neste caminho”, apontou o gerente de políticas públicas do Instituto Ethos, Caio Magri. Para o representante do GIZ, a Agência Internacional de Cooperação do Governo da Alemanha, Thomas Hagenbrok, esse tipo de material orienta cada vez mais a responsabilidade socioambiental das empresas, mas também é uma oportunidade para o comércio exterior, na busca por atender as expectativas de um consumidor cada vez mais exigente.

Antonio Tafuri, da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), reforçou a importância da Meta 1 do Plano Estratégico de Biodiversidade 2011-2020, de conscientizar a sociedade sobre o valor da biodiversidade, lembrando que esta apresenta enorme potencial de inovação. E os cases das empresas Klabin, Centroflora e Native, confirmaram tais benefícios.

Há 111 anos instalada no país, a Klabin viu no manejo de suas florestas seguindo o padrão de mosaico (árvores plantadas intercaladas a matas nativas), uma oportunidade importante para proteger seus próprios recursos, como os fluxos de água e o solo. A empresa possui cerca de 220 mil hectares de áreas de florestas plantadas e 190 mil hectares de matas nativas preservadas.

A gerente de sustentabilidade da Centroflora, Vânia Cunha Rudge, revelou como a empresa incentiva a exploração sustentável de extratos botânicos e promove o pagamento de remuneração digna às sociedades rurais, beneficiando até 3 mil famílias. “Com a incorporação dos aspectos ambientais, percebemos que podemos entrar em segmentos diferenciados que valorizam a biodiversidade e que estão dispostos a ajudar a manter essa cadeia sustentável”, afirma Vânia Cunha Rudge, da Centroflora. Os investimentos iniciais, diz ela, são compensados pelos ganhos no médio e longo prazos.

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Vídeos, dicas, notícias… em divertido Blog sobre a Mata Atlântica criado por alunos

Conheça o criativo Blog criado pelos alunos da Escola Estadual Jornalista Carlos Frederico Lacerda. Após transmitirem o aprendizado dos encontros de formação do Mata Atlântica Vai à Escola, os professores viram brotar diferentes iniciativas nas escolas, e o blog é mais um dos desdobramentos do valor da Mata Atlântica para os jovens. Parabéns professora Eliana Rey Santos.

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Mata Atlântica Vai à Escola: boas práticas nascem no dia-a-dia escolar

Animais de diferentes regiões do planeta dando depoimentos na Rio + 20 pode parecer cena de ficção, mas foi um curioso mote do programa de rádio criado por professores participantes do Mata Atlântica Vai à Escola. Eles receberam uma breve formação em educomunicação no último Encontro de Formação do Programa, sobre Mudanças Climáticas e Sustentabilidade, conduzido pelo Instituto Supereco e pela Fundação SOS Mata Atlântica, em 14 de setembro. Enfrentaram a missão de mobilizar os ouvintes para o risco das mudanças climáticas, em linguagem descontraída e estilo lúdico.

Transformar o aprendizado ambiental em propostas rotineiras na escola é um objetivo importante do Mata Atlântica Vai à Escola, e muitos professores vêm aceitando o desafio de implementação de boas práticas nesse sentido. “A transmissão de conteúdos vem acompanhada por formas de envolver professores e alunos, e por orientações para a prática efetiva da educação ambiental”, coloca a coordenadora geral do Instituto Supereco, Andrée Vieira.

Por meio da atividade “Terra em Equilíbrio”, simulando boas ações para a recuperação do planeta, os professores expressaram seu compromisso com propostas de cuidado com o ambiente escolar, e uma preocupação específica com a economia de papel, sua reutilização e redução. “Iniciamos a produção de objetos de papel na escola, a partir do conhecimento da fauna da Mata Atlântica. A ideia nasceu das crianças quando questionaram para onde ia o papel após as atividades em sala de aula. A alternativa pensada foi a criação de animais em tamanho natural construídos em papel usado, com a técnica do papel machê”, contou a professora Leila Alvarenga de Abreu, da EMEB Erminia Paggi.

A boa prática foi motivo para se abordar o chamariz do tema “papel”, associado fortemente ao ambiente escolar e não só à natureza distante. Nesse sentido, a dimensão da educação ambiental como caminho de mudanças dentro do ambiente escolar é reforçada.

Outro diferenciado exemplo de boa prática é a mobilização da comunidade escolar do CEU EMEF Cidade Dutra em torno da recuperação do córrego que corta a escola. “Já foi um rio caudaloso e hoje recebe esgoto das casas antes de chegar na EMEF. Depois de fotografar o bairro, os alunos de uniram no desejo de mudança da situação. Agora levaremos os jovens para a Estrada-Parque de Itu (após o estudo de meio realizado em agosto com os professores pelo Mata Atlântica Vai à Escola), permitindo a vivência de temas como mata ciliar, recuperação florestal, reuso da água. A vontade de recuperação do córrego é tanta, que já conseguimos impedir a construção de um estacionamento previsto na mesma área do manancial”, contou a diretora da EMEF, Roseli Pressoto Queiroz.

Por trás dos conceitos, torna-se possível construir novos sentidos na relação com o meio ambiente. A discussão do tema sustentabilidade no último encontro mostrou o interesse dos educadores em reforçar valores como respeito e cooperação na escola. “Não é possível reduzir o impacto ambiental sem uma mudança na cultura de valores e atitudes”, colocou a professora Regina Cruz e Creuz, da EMEF Dr. José Dias da Silveira.

Segundo o professor Luiz Lino da Silva, essa nova postura passa também pelo envolvimento dos pais. “Após o Viva a Mata (evento anual da Fundação SOS Mata Atlântica), levamos os alunos a questionar em casa a relação dos pais com as áreas verdes. Isso aumento o interesse pelas árvores e a vegetação da cidade”, concluiu.
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